
O furacão Erin alcançou no último sábado (16) a intensidade máxima da escala Saffir-Simpson, chegando à categoria 5, com ventos de até 260 km/h.
Antes de avançar para o arquipélago das Bahamas, o fenômeno perdeu força e foi rebaixado para categoria 3, embora ainda represente ameaça significativa à região.
Imagens impressionantes divulgadas pela NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA) mostram o momento em que pilotos especializados da agência entraram diretamente no olho do furacão, em uma missão de reconhecimento conhecida como hurricane hunters.
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Esses voos fornecem dados cruciais sobre a pressão atmosférica, intensidade dos ventos e deslocamento da tempestade, informações indispensáveis para prever seu comportamento.
Mesmo após a redução para categoria 3, Erin mantém ventos sustentados perigosos, capazes de causar danos estruturais, quedas de energia e risco à vida em áreas expostas.
Além do Caribe, partes da costa leste dos Estados Unidos podem sentir os efeitos indiretos, como fortes ondas e correntes marítimas.
Fonte e imagens: NOAA Aircraft Ops Center. Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial.
