
A Marinha dos Estados Unidos está acelerando a instalação de novos sistemas de defesa em seus grupos de ataque de porta-aviões, com foco especial no combate a drones.
A iniciativa inclui a rápida integração de mísseis Longbow Hellfire, guiados por radar, e interceptadores Coyote em navios das forças-tarefa lideradas pelos porta-aviões Gerald R. Ford e Theodore Roosevelt. A medida reflete a crescente preocupação com ameaças aéreas não tripuladas, especialmente após operações recentes no Mar Vermelho e tensões envolvendo o Irã.
De acordo com documentos orçamentários, recursos foram destinados nos últimos anos para viabilizar a aquisição, instalação e integração desses sistemas. Embora não haja confirmação oficial sobre quais embarcações já receberam os lançadores, destróieres da classe Arleigh Burke têm sido o principal foco dessas atualizações. Além disso, testes anteriores já indicavam o uso do míssil AGM-114L, versão do Hellfire com capacidade comprovada contra drones e alvos em terra e no mar.
Paralelamente, a Marinha vem ampliando o uso de interceptadores Coyote, agora com novos lançadores de oito células instalados em destróieres ligados ao grupo de ataque do porta-aviões Harry S. Truman. Esses sistemas, que podem ser removidos e transferidos entre navios, oferecem maior flexibilidade operacional e fazem parte de uma estratégia mais ampla de defesa em camadas contra ameaças emergentes.
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O esforço também inclui o desenvolvimento e teste de novas tecnologias, como interceptadores avançados e sistemas a laser, além de soluções modulares em contêineres. Com a evolução de drones cada vez mais sofisticados, impulsionados por inteligência artificial e táticas de enxame, a Marinha aposta na rápida expansão dessas capacidades para reforçar a proteção de sua frota em cenários de conflito cada vez mais complexos.
Fonte: The War Zone | Foto: X @USFleetForces | Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial
