Xiaomi acelera planos de exportação de carros elétricos após superar desafios iniciais de vendas na China (Weibo)
A Xiaomi, inicialmente relutante em exportar seus carros elétricos antes de 2030, mudou de estratégia após o sucesso e os desafios das vendas internas.
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A fabricante, que enfrentou dificuldades no início, como alta demanda e escassez de carros, agora firmou uma parceria com uma empresa chinesa, a Hyperion Leasing (Tianjin), para exportar seus modelos SU7 e YU7 para mercados internacionais. A Hyperion, subsidiária da China National Machinery Industry (Sinomach), será responsável pela exportação, garantia e manutenção dos veículos.
Apesar das perdas significativas nos primeiros meses de venda, a Xiaomi viu suas margens melhorarem após a marca de 100 mil carros entregues, com uma redução nas perdas por unidade. A empresa agora busca rentabilidade com a exportação, inspirada no sucesso da BYD, que tem lucros muito maiores nas vendas na Europa.
A demanda pelos carros da Xiaomi é notável, com o SU7 acumulando mais de 139 mil unidades entregues, e a empresa planeja expandir sua produção para atender à crescente procura.
Atualmente, a maior parte dos carros da Xiaomi é exportada para a Rússia, através do mercado paralelo, com 50% das vendas indo para o país em 2024. O Oriente Médio recebe 30% das exportações, e o restante é distribuído globalmente, incluindo a América Latina.
A Xiaomi, portanto, encontra novas oportunidades de lucro fora da China, com a exportação desempenhando um papel fundamental no seu crescimento.
Fonte: Quatro Rodas | Foto: Weibo | Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial
