Vídeo: MQ-28 Ghost Bat dispara míssil ar-ar e confirma novas capacidades de combate autônomo

MQ-28 Ghost Bat. Foto: Boeing
MQ-28 Ghost Bat. Foto: Boeing

WOOMERA, Austrália – Em 9 de dezembro de 2025, a Boeing e a Real Força Aérea Australiana (RAAF) concluíram com sucesso uma missão inédita envolvendo o disparo autônomo de um míssil ar-ar a partir de um MQ-28 Ghost Bat, marco que consolida o programa de Collaborative Combat Aircraft (CCA) como uma capacidade operacional avançada.

Durante o exercício, o MQ-28 lançou um míssil Raytheon AIM-120 AMRAAM e derrubou um alvo aéreo de classe caça. A operação integrou três plataformas distintas: um MQ-28 Ghost Bat, um avião de alerta aéreo antecipado E-7A Wedgetail e um caça F/A-18F Super Hornet.

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Segundo Amy List, diretora-gerente da Boeing Defence Australia, esta foi a primeira vez que uma aeronave autônoma executou um engajamento ar-ar com um míssil AIM-120. Ela destacou que o resultado demonstra a maturidade do MQ-28 como um CCA de capacidade plena e reforça o valor de aeronaves não tripuladas especializadas para ampliar massa operacional, troca de dados e reduzir riscos a pilotos.

MQ-28 Ghost Bat. Foto: Boeing
MQ-28 Ghost Bat. Foto: Boeing

Como a missão ocorreu

Os três vetores — MQ-28, E-7A e F/A-18F — decolaram de diferentes locais. Após a decolagem, um operador do E-7A assumiu a custódia do MQ-28 para garantir segurança e supervisão do engajamento. Em seguida, o F/A-18F formou esquadrilha com o Ghost Bat, fornecendo cobertura de sensores. Ao identificar e rastrear o alvo, o Super Hornet compartilhou os dados de mira com todas as plataformas.

O MQ-28 ajustou sua posição, recebeu autorização do E-7A e executou o disparo que destruiu o alvo aéreo.

MQ-28 Ghost Bat. Foto: Boeing
MQ-28 Ghost Bat. Foto: Boeing

Colin Miller, vice-presidente e gerente-geral da Phantom Works — divisão de pesquisa avançada e prototipagem rápida da Boeing Defense, Space & Security — afirmou que o exercício confirma o nível de maturidade da solução de autonomia desenvolvida pela empresa, construída sobre padrões abertos e arquiteturas governamentais, compatível com aeronaves de quarta, quinta e sexta geração. Ele enfatizou ainda que o desenvolvimento e integração do sistema, incluindo hardware, software e missão, ocorreu em menos de oito meses.

A operação teve participação conjunta da Boeing, da RAAF, da Força Aérea dos Estados Unidos e de parceiros industriais.

A Boeing, maior exportadora dos Estados Unidos e uma das líderes globais em aviação comercial, defesa e espaço, atua em mais de 150 países com uma ampla rede de fornecedores e força de trabalho dedicada à inovação, sustentabilidade e valores como segurança, qualidade e integridade.

Fonte e imagens: Boeing | Instagram @boeing. Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial.

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