
No início de junho, a Ucrânia realizou um dos maiores ataques desde o início da guerra, chamado de “Operação Teia de Aranha”. A ofensiva utilizou drones para atingir aeródromos estratégicos em cinco regiões da Rússia, incluindo Murmansk e Irkutsk, causando incêndios em várias aeronaves, algumas com capacidade nuclear.
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Segundo autoridades ucranianas, a operação foi inspirada em táticas de cartéis de drogas para contrabandear os drones para o território inimigo. Os equipamentos foram escondidos em tetos falsos de caminhões e acionados remotamente, garantindo que o transporte passasse despercebido até o momento do ataque.
Para viabilizar a missão, foi criada uma empresa de fachada que comprou veículos, alugou armazéns e contratou motoristas russos que não sabiam o que transportavam.
Além disso, o governo ucraniano admitiu ter subornado funcionários da alfândega russa, descritos como “muito corruptos”, sem precisar contar com contrabandistas externos.
Fonte: Olhar Digital | Foto: Freepik | Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial
