
A BAE Systems anunciou um novo contrato para modernizar e manter o sistema defensivo AN/ALQ-221 da aeronave de reconhecimento U-2 da Força Aérea dos Estados Unidos, ampliando a capacidade de proteção de uma das plataformas mais icônicas da aviação militar.
O acordo, emitido pela Robins Air Force Base, na Geórgia, prevê suporte técnico em campo, reparos e atualizações de software para o conjunto de guerra eletrônica da aeronave. A meta é garantir que o sistema continue pronto para detectar, identificar e reagir a ameaças cada vez mais sofisticadas.
O AN/ALQ-221 Advanced Defensive System combina receptores de alerta radar com contramedidas eletrônicas, oferecendo aos pilotos do U-2 mais consciência situacional e melhores recursos de autoproteção durante missões em áreas sensíveis ou contestadas. Segundo a BAE Systems, o sistema também utiliza processamento embarcado e sensores de longo alcance para ampliar a capacidade de sobrevivência da aeronave.

Para Tim Angulas, diretor da área de produto do U-2 na BAE Systems, a atualização faz parte da tradição da empresa no setor de guerra eletrônica. Ele destacou que evoluir, modernizar e sustentar sistemas desse tipo é parte central da atuação da companhia, garantindo que permaneçam eficazes ao longo de sua vida útil.
A empresa afirmou ainda que o AN/ALQ-221 vem sendo desenvolvido continuamente ao longo de décadas, dentro do esforço mais amplo de modernização do U-2. A arquitetura aberta de aviônicos e o projeto modular da aeronave ajudam a acelerar a integração de novas capacidades conforme o ambiente de ameaças evolui.
Mesmo sendo um avião com origem na Guerra Fria, o U-2 continua relevante em missões de inteligência, vigilância e reconhecimento. Com a nova atualização, os Estados Unidos buscam manter a aeronave preparada para operar em cenários de alta complexidade, onde a guerra eletrônica tem papel cada vez mais decisivo.
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Fonte e imagens: USAF | Robins Air Force Base. Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial.
