
A reclassificação da maconha como droga de Categoria III pelo governo Trump começou a mudar as regras para passageiros em aeroportos dos Estados Unidos, especialmente para quem utiliza cannabis medicinal.
Após a mudança federal, a Transportation Security Administration (TSA), agência responsável pela segurança nos aeroportos americanos, atualizou discretamente suas diretrizes para deixar claro que passageiros com prescrição médica podem transportar cannabis medicinal tanto na bagagem de mão quanto na despachada.
Segundo a TSA, os agentes continuam focados em ameaças à segurança da aviação, como armas e explosivos, e não em procurar drogas durante inspeções de rotina. Entretanto, a agência afirmou que substâncias ilegais podem ser encaminhadas para autoridades policiais caso sejam encontradas durante a triagem.
A principal mudança acontece porque a nova classificação federal reconhece oficialmente usos medicinais da cannabis, algo que antes não existia no nível nacional. Isso reduz parte da contradição entre leis estaduais e regras federais, já que dezenas de estados americanos já permitiam o uso medicinal ou recreativo da droga.
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Mesmo assim, especialistas alertam que a liberação não é total. Passageiros precisam portar receita médica válida e ainda podem enfrentar problemas dependendo do estado, da quantidade transportada e da interpretação do agente responsável pela inspeção. A própria TSA afirmou que a decisão final continua nas mãos do agente em serviço.
Vale lembrar que a orientação vale apenas para voos domésticos dentro dos Estados Unidos. Viajar internacionalmente com cannabis continua podendo resultar em prisão ou acusações graves em países com leis antidrogas rígidas.
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