
A Força Aérea Romena recebeu um novo lote de caças F-16 provenientes da Noruega, conforme informou nesta semana o Ministério da Defesa Nacional da Romênia. As duas aeronaves recém-entregues serão integradas ao 571º Esquadrão de Caça, reforçando a capacidade operacional do país no flanco leste da OTAN.
Com essa entrega, a Romênia já recebeu 18 dos 32 caças adquiridos da Força Aérea Norueguesa por meio de um contrato assinado em novembro de 2022, avaliado em 388 milhões de euros. As aeronaves foram entregues em plenas condições de operação e, segundo o Ministério da Defesa, possuem um tempo de serviço estimado de pelo menos 10 anos — período considerado estratégico para a transição do país para caças de quinta geração.
Das 18 unidades já recebidas, 16 foram alocadas ao 48º Esquadrão de Caça, enquanto as outras duas passaram a integrar o 571º Esquadrão, cuja ativação teve início em 2025. A expectativa é de que todas as 32 aeronaves estejam entregues até o fim de 2025.
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Modernização Progressiva da Força Aérea

O programa de modernização da aviação de combate da Romênia teve início em 2013, com a assinatura de um contrato para a compra de 12 caças F-16 da Força Aérea Portuguesa, em substituição aos antigos MiG-21. Essas aeronaves foram recebidas entre setembro de 2016 e setembro de 2017.
Posteriormente, em dezembro de 2019, o país adquiriu mais cinco caças F-16, em um acordo de 130 milhões de euros. Essas unidades foram entregues entre agosto de 2020 e março de 2021.
Entrega Norueguesa e Expansão
A cerimônia oficial de entrega do primeiro caça F-16 norueguês à Romênia ocorreu em 28 de novembro de 2023, na Noruega. Dois dias depois, em 30 de novembro, o primeiro lote de três aeronaves chegou a uma base aérea romena.
Em dezembro de 2024, a 71ª Base Aérea concluiu a formação do efetivo do 48º Esquadrão de Caça com caças F-16, marcando uma nova etapa na renovação da frota aérea romena. Em 2025, o foco passou a ser o fortalecimento do 571º Esquadrão.
Com essas aquisições, a Romênia reforça sua postura defensiva e capacidade de resposta aérea, alinhando-se às exigências operacionais da OTAN e preparando-se para futuras gerações de caças de superioridade aérea.
Fonte: Militarnyi. Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial.
