
O programa do drone MQ-25 Stingray, da Marinha dos Estados Unidos, sofreu novos atrasos e não avançou para a fase decisiva de produção, conhecida como Marco C.
Problemas na cadeia de fornecimento, falhas de qualidade e dificuldades no cronograma de testes comprometeram o planejamento original, segundo relatório do Pentágono.
Um dos principais entraves foi a inconsistência dos dados utilizados nas avaliações. As informações disponíveis foram obtidas a partir de um protótipo que apresenta diferenças relevantes em relação ao modelo final de produção, incluindo sistemas internos, comunicação e controle em solo. Para os avaliadores, isso impede uma análise confiável para autorizar o início da produção em escala.
Além disso, o cronograma foi impactado por atrasos no desenvolvimento e na entrega das aeronaves de teste. O primeiro modelo mais próximo da versão operacional só foi entregue em 2025, com previsão de testes de voo apenas em 2026. Apesar disso, a Boeing já realizou testes iniciais de movimentação em solo com o primeiro MQ-25A, indicando avanços graduais no projeto.
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Projetado para operar a partir de porta-aviões, o MQ-25 tem como principal missão realizar reabastecimento aéreo e ampliar as capacidades de vigilância da frota. A expectativa é que o drone permita liberar caças dessa função, aumentando a eficiência das operações navais. No entanto, antes disso, o programa ainda precisa superar desafios técnicos e cumprir exigências rigorosas de testes.
Fonte: Defence Blog | Foto: X @BoeingDefense | Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial
