México quer substituir seus últimos caças F-5 Tiger II após mais de 40 anos de serviço

F-5 Tiger II. Foto: Wikimedia
F-5 Tiger II. Foto: Wikimedia

A Força Aérea Mexicana deu início a um processo para substituir os envelhecidos caças F-5E/F Tiger II, utilizados pelo país desde os anos 1980.

Atualmente, apenas entre cinco e seis aeronaves permanecem operacionais, sendo empregadas principalmente em missões de vigilância e patrulha aérea. Mesmo após décadas de serviço, o Tiger II ainda é o único caça em atividade no inventário mexicano.

A necessidade de modernização ganhou força após anos de tentativas frustradas de renovação da frota. Em 2007, o México chegou a negociar a compra de 12 caças F-16 dos Estados Unidos, mas problemas econômicos impediram a concretização do acordo.

México planeja substituir caças F-5 Tiger II por 12 novas aeronaves até 2028
México planeja substituir caças F-5 Tiger II por 12 novas aeronaves até 2028 (X @OvidiuMuca)

Desde então, o país manteve os F-5 em operação com apoio da empresa suíça Ruag, responsável pela manutenção das aeronaves.

Durante o show aéreo de Tulum, realizado no fim de abril, o chefe do Estado-Maior da Força Aérea Mexicana, general Roman Carmona Landa, confirmou o lançamento de um programa para adquirir ao menos 12 novos caças, previstos para entrar em serviço em 2028. Entre os modelos analisados estão o F-16 Block 70/72 Viper, o sueco Gripen E/F, o sul-coreano FA-50 Fighting Eagle e o italiano M-346FA.

Apesar da concorrência internacional, o F-16 Viper aparece como o principal favorito na disputa, mesmo sendo a opção mais cara.

F-16 Block 70. Foto: Wikimedia
F-16 Block 70. Foto: Wikimedia

Paralelamente, o México segue reforçando sua cooperação militar com os Estados Unidos, evidenciada recentemente pela compra de uma aeronave de transporte C-130J Hercules.

O país também avalia alternativas europeias para transporte estratégico, incluindo o A400M Atlas.

Fonte: Militarnyi | Foto: X @OvidiuMuca | Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial

Back to top