Lincoln muda estratégia após rejeição de clientes de luxo a recursos por assinatura (Instagram @lincoln)
Muitos consumidores, inclusive os de carros de luxo, não gostam da ideia de pagar assinaturas mensais por recursos já presentes no veículo, como bancos aquecidos ou assistência à direção. A Lincoln entendeu essa insatisfação e decidiu incluir esses custos no preço final do carro, em vez de cobrar taxas recorrentes durante o uso.
+Neymar compra Porsche de luxo avaliado em mais de US$ 385 mil com detalhes personalizados
+Carro é encontrado em porta-aviões naufragado na 2ª Guerra Mundial e intriga especialistas
A estratégia foi confirmada pela presidente da empresa, Dianne Craig, que destacou que clientes premium preferem pagar tudo de uma vez ao comprar o veículo, pelo menos enquanto ele estiver dentro do período de garantia.
A garantia básica da Lincoln cobre cerca de quatro anos, e durante esse tempo recursos como o BlueCruise (direção sem as mãos) e a conectividade remota são oferecidos sem custo adicional. Isso também coincide com o período em que muitos donos de carros de luxo trocam de modelo ou encerram o contrato de leasing. A ideia da Lincoln é garantir uma boa experiência para o comprador original e, depois disso, oferecer esses mesmos recursos como assinatura para os donos seguintes, que podem estar mais abertos a pagar por funcionalidades extras.
Outras montadoras estão adotando estratégias semelhantes, testando o que os consumidores estão dispostos a pagar. Enquanto funções essenciais e físicas do carro geram resistência quando colocadas atrás de assinaturas, recursos como conectividade com a internet ou serviços premium de navegação são mais bem aceitos.
A abordagem da Lincoln mostra que é possível equilibrar conveniência para o cliente e lucratividade para a marca, desde que se compreenda bem o comportamento de compra do público-alvo.
Fonte: InsideEVS | Foto: Instagram @lincoln | Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial
