
A GE Aerospace recebeu um novo contrato da Força Aérea dos Estados Unidos para avançar no desenvolvimento do motor GE426, criado especialmente para drones militares autônomos de médio porte.
O projeto faz parte do programa Autonomous Collaborative Platform (ACP), iniciativa que pretende colocar aeronaves controladas por inteligência artificial para atuar ao lado de caças tripulados em missões de combate, vigilância e guerra eletrônica.
O GE426 será voltado para aeronaves mais robustas e com maior alcance operacional do que os drones menores atualmente em desenvolvimento. A GE já trabalha em parceria com a Kratos Defense no motor GEK1500, destinado a plataformas menores, o que garante à empresa presença em diferentes categorias de propulsão para os futuros drones militares da Força Aérea norte-americana.
O interesse em motores específicos para essas aeronaves cresceu após a primeira fase do programa CCA utilizar motores comerciais já existentes para acelerar os testes iniciais dos protótipos YFQ-42A, da General Atomics, e YFQ-44A, da Anduril. Apesar de terem permitido voos rápidos, esses motores não oferecem o equilíbrio ideal entre custo, durabilidade e capacidade de produção em massa necessário para um programa que pretende fabricar milhares de unidades.
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A Força Aérea dos EUA planeja adquirir pelo menos 1.000 drones CCA antes do fim da década, com investimentos estimados em cerca de US$ 9 bilhões até 2029. Além da GE Aerospace, empresas como Honeywell, Pratt & Whitney e Beehive Industries também receberam contratos para desenvolver motores destinados às futuras aeronaves autônomas militares do país.
Fonte: Defence Blog | Foto: X @GenAtomics_ASI | Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial
