
A França deu um passo importante no combate a drones ao testar com sucesso o uso do MQ-9 Reaper como plataforma de interceptação aérea.
O ensaio, realizado em 2 de abril no campo militar de “Île du Levant”, marcou o primeiro disparo de um míssil Hellfire contra um drone em voo, ampliando o papel operacional da aeronave não tripulada.
A nova capacidade foi incorporada apenas três meses após a introdução do míssil Hellfire no serviço francês, evidenciando a rapidez da adaptação diante do aumento das ameaças com drones em cenários modernos. Até então, o Reaper era empregado principalmente em missões de vigilância, reconhecimento e ataques contra alvos terrestres.
Com a atualização, o sistema passa a atuar também na interceptação de drones em baixas e médias altitudes, combinando sua longa permanência no ar com sensores avançados e monitoramento em tempo real. Isso permite que a aeronave não apenas detecte, mas também neutralize ameaças diretamente, sem depender de outros vetores.
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Integrado a uma rede mais ampla de defesa aérea, que inclui caças Rafale, helicópteros Fennec e sistemas terrestres, o Reaper reforça a estratégia francesa de proteção em camadas. A evolução transforma a aeronave em uma plataforma multifuncional, capaz de vigiar, identificar e atacar drones hostis de forma contínua e eficiente.
Fonte: Defence Blog | Foto: X @Armee_de_lair | Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial
Début avril, en coordination avec la @DGA, l'AAE a réalisé ses premiers tirs anti-drone, avec un missile Hellfire, depuis un MQ-9 Reaper.
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