
O Exército americano está testando uma versão modificada do tanque M1 Abrams, equipada com uma metralhadora M134 Minigun de alta cadência no lugar de uma de suas armas secundárias.
A Minigun, capaz de disparar até 6 mil tiros por minuto, quase 10 vezes mais rápido que uma metralhadora convencional M240, oferece um poder de fogo esmagador em ambientes urbanos e contra ameaças como drones. A 1ª Divisão Blindada, responsável pelos testes, destacou que a arma proporciona uma “vantagem tática em terrenos complexos”, como cidades densas, onde tanques são vulneráveis a emboscadas.
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A adaptação, no entanto, ainda apresenta desafios. A Minigun testada requer que um soldado opere manualmente a arma da escotilha do carregador, expondo-o ao fogo inimigo. Especialistas criticam a falta de proteção, sugerindo que uma versão remotamente controlada seria mais segura. Além disso, o alto consumo de munição, 3 mil tiros em um minuto de fogo contínuo, pode limitar sua utilidade em combates prolongados. O Exército estuda soluções, como miras computadorizadas e sistemas de inteligência artificial, para melhorar a precisão contra drones e alvos móveis.
A iniciativa reflete lições da guerra na Ucrânia, onde tanques enfrentam ameaças crescentes, desde emboscadas urbanas até enxames de drones. Embora relatórios militares prevejam que blindados pesados, como o Abrams, perderão dominância no futuro, upgrades como a Minigun buscam prolongar sua relevância.
Se adotada, a arma pode se tornar um recurso valioso em cenários de alta intensidade, onde fogo rápido e supressão são decisivos.
Fonte: The War Zone | Foto: X @USArmy | Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial
