
Os Estados Unidos estão avaliando a implementação do míssil hipersônico Dark Eagle pela primeira vez no Oriente Médio, para usá-lo contra o Irã em meio à guerra com o país.
Segundo relato da Bloomberg, o pedido, feito pelo Comando Central dos EUA, justificou a implantação de um míssil hipersônico na região, argumentando que o regime iraniano moveu seus lançadores para fora do alcance do míssil Precision Strike, que pode atingir alvos a mais de 480 km de distância.
O Dark Eagle, por outro lado, tem capacidade declarada de atingir alvos a mais de 2.700 km de distância. Se a implantação for autorizada, o movimento marcaria a primeira vez que os EUA implantaram um míssil hipersônico, que ainda não foi declarado totalmente operacional.
De acordo com a Biblioteca do Congresso, o Dark Eagle, a Arma Hipersônica de Longo Alcance do Exército, foi feito especificamente para “capacidade de ataque de precisão convencional de longo alcance” contra “alvos sensíveis ao tempo e fortemente defendidos”.
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Cada míssil custa cerca de US$ 15 milhões e os Estados Unidos possuem apenas oito deles em estoque, disse uma fonte ouvida pela Bloomberg. Enquanto isso, cada bateria também custa cerca de US$ 2,7 bilhões ao país, segundo o veículo.
O pedido ainda não foi divulgado por canais oficiais, mas acontece enquanto os EUA e o Irã possuem um cessar-fogo em vigor desde 8 de abril. O presidente Donald Trump, no entanto, ameaçou repetidamente reacender a guerra com uma ação militar renovada, enquanto as negociações para um acordo de paz permanecem em um impasse.
Foto: U.S. Army. Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial.
