
A Marinha dos Estados Unidos iniciou uma consulta à indústria de defesa em busca de propostas para desenvolver uma nova geração de aeronaves de combate não tripuladas capazes de operar nos porta-aviões das classes Nimitz e Ford.
O objetivo é identificar soluções com alcance mínimo de 1.852 quilômetros em missões de combate sem reabastecimento, ampliando a capacidade de projeção de poder da frota em cenários cada vez mais disputados.
A iniciativa faz parte do programa Air Wing of the Future, que prevê a substituição gradual da atual ala aérea embarcada, ainda baseada em caças F/A-18 Super Hornet, por uma combinação de aeronaves tripuladas e drones de quinta e sexta gerações. Esse esforço integra ainda o projeto Golden Fleet, voltado à modernização acelerada dos meios navais e da aviação da Marinha norte-americana.
O novo projeto aproveita a experiência adquirida com programas como o MQ-25A Stingray, desenvolvido para reabastecimento aéreo não tripulado, e o Collaborative Combat Aircraft (CCA), que busca empregar drones como “alas leais” de aeronaves tripuladas. Além de operar nos porta-aviões convencionais, a Marinha também demonstra interesse em plataformas com capacidade de decolagem e pouso vertical, ampliando sua utilização em outros tipos de navios.
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Entre os principais requisitos estão elevada autonomia, integração aos sistemas de controle já existentes, melhor aproveitamento do espaço disponível no convés e capacidade de produção em larga escala caso seja necessário ampliar rapidamente a frota. Embora a consulta não represente o lançamento oficial de um programa de aquisição, ela indica que a Marinha dos EUA está definindo os requisitos para a próxima geração de aeronaves embarcadas que deverão atuar nos futuros conflitos.
Fonte: Defence Blog | Foto: X @PAEAviation | Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial
