EUA ampliam arsenal hipersônico Dark Eagle em contrato de US$ 83 milhões com Lockheed Martin

EUA ampliam arsenal hipersônico Dark Eagle em contrato de US$ 83 milhões com Lockheed Martin
EUA ampliam arsenal hipersônico Dark Eagle em contrato de US$ 83 milhões com Lockheed Martin (X @LockheedMartin)

O Exército dos Estados Unidos está ampliando seu arsenal de mísseis hipersônicos por meio de um contrato de US$ 83 milhões conduzido pela Marinha com a Lockheed Martin Space.

O acordo, firmado em junho de 2026, prevê a produção de unidades completas de armas hipersônicas dentro do programa Conventional Prompt Strike, com financiamento majoritariamente vindo do próprio Exército. A produção se estende até 2029 e envolve uma cadeia industrial distribuída por vários estados norte-americanos.

Esses armamentos fazem parte do sistema conhecido como Dark Eagle, versão terrestre do programa hipersônico compartilhado entre Exército e Marinha. O míssil utiliza um corpo planador hipersônico capaz de ultrapassar Mach 5, lançado por um foguete de dois estágios. Após a aceleração inicial, o veículo se separa e segue até o alvo em alta velocidade, realizando manobras na atmosfera superior, o que dificulta sua interceptação por sistemas de defesa convencionais.

A Lockheed Martin é responsável pela montagem do sistema e pelo propulsor, enquanto a Dynetics desenvolveu o componente planador central da arma. A padronização entre Exército e Marinha permite reduzir custos, aumentar a eficiência dos testes e acelerar a produção. O Exército planeja operar o Dark Eagle em baterias móveis, capazes de se deslocar rapidamente e operar de forma independente, o que aumenta a sobrevivência do sistema após o lançamento.

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O programa já passou por testes decisivos, incluindo um voo bem-sucedido em 2024 após uma falha anterior em 2022, abrindo caminho para a produção em larga escala. A importância estratégica do sistema está na capacidade de penetrar defesas aéreas modernas, reduzindo drasticamente o tempo de reação do adversário. Relatos também indicam que o sistema chegou a ser solicitado para possível uso operacional no Oriente Médio, reforçando sua condição de prontidão para emprego em cenários reais.

Fonte: Defence Blog | Foto: X @LockheedMartin | Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial

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