
O Departamento de Defesa dos Estados Unidos está conduzindo testes com drones no Alasca como parte de um esforço para impulsionar a inovação em guerra eletrônica e superar barreiras regulatórias e tecnológicas.
A iniciativa, liderada pela Unidade de Inovação de Defesa (DIU), visa oferecer às empresas, especialmente as menores, oportunidades reais de testar sistemas autônomos em ambientes hostis simulados. Projetos como o G.I. e o Grupo de Ataque de Alcance foram criados para acelerar a incorporação de novas tecnologias às Forças Armadas e facilitar o processo de testes, muitas vezes travado por exigências da Administração Federal de Aviação (FAA) e limitações operacionais nas bases militares.
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Inicialmente, a Ucrânia chegou a ser considerada um campo ideal de testes devido à sua experiência prática em combate com drones. Contudo, entraves logísticos e tensões diplomáticas impediram o apoio formal dos EUA a essas operações. Ainda assim, algumas startups americanas com bom financiamento conseguiram testar equipamentos na linha de frente ucraniana. Sem alternativas viáveis, o Alasca foi escolhido como solução doméstica, oferecendo condições mais favoráveis de espaço aéreo e menor interferência, além de permitir testes mais flexíveis.
Durante os exercícios conduzidos pelo 11º Batalhão de Operações Especiais, foi constatado que muitos dos sistemas de guerra eletrônica usados pelos EUA são obsoletos, com mais de duas décadas de uso e ineficazes contra ameaças modernas. Apesar disso, a equipe conseguiu aprimorar seu desempenho, especialmente em cenários de interferência de sinal GNSS.
O avanço, no entanto, não esconde a defasagem tecnológica em relação a potências como China e Rússia, que investiram de forma mais agressiva em soluções acessíveis e eficazes para o campo de batalha.
Fonte: Sputnik | Foto: X @usairforce | Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial
