
Veículo símbolo do Vaticano, o papamóvel evoluiu ao longo de quase um século, combinando tradição, tecnologia e segurança
No Domingo de Páscoa, diante de milhares de fiéis reunidos no Vaticano, o Papa Francisco acenou de dentro de seu papamóvel elétrico — o mais recente capítulo na longa história desse veículo emblemático. Um dia depois, na manhã de 21 de abril, faleceu aos 88 anos, após complicações de saúde que incluíram pneumonia bilateral, um AVC e falência cardíaca.
Francisco passou boa parte dos últimos meses internado no Hospital Universitário Gemelli, em Roma. Reconhecido como um dos grandes reformadores da Igreja Católica, o pontífice foi também o último a utilizar o papamóvel em uma aparição pública.
O conceito do papamóvel começou ainda em 1929, quando o Papa Pio XI recebeu um Graham-Paige Type 837 — um dos primeiros automóveis adaptados para o papa. Desde então, marcas como Mercedes-Benz, Fiat, Jeep e Cadillac desenvolveram versões personalizadas do veículo, cada uma com foco na segurança, acessibilidade e visibilidade.
Hoje, o modelo oficial é baseado no Mercedes-Benz Classe G, um SUV adaptado com três assentos traseiros, sendo um deles elevado e giratório, especialmente para o papa. Em vez do porta-malas tradicional, o carro conta com uma escada de acesso. Em condições climáticas adversas, uma cobertura envidraçada garante visibilidade e proteção.
O papamóvel mais recente, totalmente elétrico, foi entregue ao Vaticano em dezembro de 2024. A Mercedes-Benz, responsável pelo modelo atual, não comentou o assunto até o momento.

Fonte e imagens: UsaToday / Mercedes Benz Group/ Divulgação. Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial
