
A China posicionou cinco quebra-gelos próximos ao Alasca, em águas internacionais, para monitorar as atividades dos Estados Unidos, segundo reportagem do The War Zone.
A presença das embarcações chinesas levou a Guarda Costeira americana a iniciar uma vigilância constante na região. Nos últimos meses, navios chineses foram detectados em diferentes pontos do Ártico, aproveitando o derretimento do gelo para explorar novas rotas marítimas estratégicas, como a Rota do Mar do Norte, que encurta significativamente a viagem entre a Ásia e a Europa.
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Essa movimentação evidencia a disparidade na capacidade naval entre Estados Unidos, China e Rússia no Ártico. Atualmente, os EUA contam com apenas dois quebra-gelos operacionais na região, enquanto a China já possui cinco e a Rússia dezenas. Com quase cinco décadas sem construir novos quebra-gelos, os Estados Unidos planejam atualizar sua frota somente a partir de 2029, o que os coloca em desvantagem na crescente disputa pelo controle e exploração da área polar.
Para enfrentar essa deficiência, os Estados Unidos, em parceria com Canadá e Finlândia, formaram o Icebreaker Collaboration Effort (ICE Pact), um acordo para troca de informações, treinamento e estímulo à compra conjunta de quebra-gelos produzidos nesses países. Recentemente, grandes estaleiros dessas nações anunciaram uma aliança para acelerar a construção de novos navios, incluindo o primeiro quebra-gelo pesado encomendado pela Guarda Costeira dos EUA em 50 anos, que será fabricado pela Bollinger Shipyards em Seattle.
Fonte: Militarnyi | Foto: X @USCG | Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial
Meeting presence with presence. Yesterday, a @USCG aircraft responded following detection of a Chinese research vessel off Alaska’s coast.
For over 150 years, Americans have counted on the Coast Guard to uphold U.S. sovereignty, provide national security, and promote economic… pic.twitter.com/SAgCbzFTNA
— U.S. Coast Guard (@USCG) July 26, 2025
