
A Força Aérea dos Estados Unidos deu um passo importante rumo à integração entre drones e caças ao buscar o Black Widow, um sistema aéreo não tripulado de pequeno porte capaz de fornecer dados de alvos diretamente ao F-35.
O movimento foi formalizado por meio de um aviso publicado em abril de 2026, indicando interesse na aquisição da plataforma desenvolvida pela TEAL Drones.
O principal diferencial exigido está na capacidade de operar próximo ao alvo e transmitir, em tempo real, imagens e informações diretamente ao cockpit do caça, permitindo ações mais rápidas e precisas. Essa integração, conhecida como MUM-T, representa uma evolução significativa em relação aos drones convencionais, que normalmente dependem de operadores em solo para processar e repassar dados.
Além disso, o sistema deve ser totalmente compatível com o ATAK, software amplamente utilizado em operações militares para compartilhamento de informações no campo de batalha. A exigência de integração nativa reforça a necessidade de comunicação direta e eficiente entre diferentes unidades, eliminando a dependência de soluções externas.

Com peso leve, autonomia de mais de meia hora e sensores avançados capazes de operar em diversas condições de luz, o Black Widow surge como uma solução tática moderna. Ao mesmo tempo, o projeto reflete a estratégia dos EUA de priorizar tecnologias nacionais e reduzir a dependência de equipamentos estrangeiros, especialmente em um cenário de crescente preocupação com segurança e custos operacionais.
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Fonte: Defence Blog | Foto: Red Cat | Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial
U.S. Air Force Explores Black Widow Drone Delivering Live Video And Targeting Data To Airborne F-35 Fighters pic.twitter.com/8N5WoWWA6E
— Army Recognition (@ArmyRecognition) April 21, 2026
