
A proposta do Congresso dos Estados Unidos para impor novas restrições ao programa de encouraçados da classe Trump está enfrentando resistência da Casa Branca.
De acordo com o site especializado The War Zone, o governo se opõe a uma cláusula incluída no projeto da Lei de Autorização de Defesa Nacional (NDAA) que impediria o início da construção dos novos encouraçados até que tecnologias consideradas essenciais estivessem “suficientemente maduras” para serem incorporadas ao projeto.
Entre as capacidades que precisariam atingir esse nível de maturidade estão o canhão eletromagnético (railgun), armas de energia dirigida, sistemas avançados de propulsão e outras tecnologias previstas para equipar os futuros navios. Parlamentares argumentam que a medida busca evitar atrasos, aumento de custos e a necessidade de grandes modificações após o início da construção.
Já a Casa Branca defende que a exigência pode comprometer o cronograma do programa, uma das principais iniciativas da administração para expandir a frota da Marinha dos Estados Unidos. Segundo o governo, atrelar a construção ao amadurecimento de tecnologias ainda em desenvolvimento pode atrasar significativamente o projeto.

“A Administração se opõe fortemente a quaisquer requisitos de relatórios que atrasem o programa Battleship sem apoiar os requisitos de segurança nacional”, declarou o Escritório de Gestão e Orçamento da Casa Branca (OMB) em um comunicado.
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Anunciada no fim de 2025, a classe Trump faz parte do plano “Golden Fleet” e prevê a construção de uma nova geração de encouraçados movidos a propulsão nuclear, equipados com mísseis hipersônicos, armamentos de energia dirigida e, futuramente, canhões eletromagnéticos.
O programa, no entanto, já desperta debates sobre seu elevado custo e a viabilidade técnica de reunir todas essas capacidades em uma única plataforma.
Fotos: USN / White House. Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial.
