
A criação do novo Comando Multidomínio do Pacífico da 7ª Divisão de Infantaria marca mais um passo do Exército dos Estados Unidos para adaptar suas forças às transformações da guerra moderna.
A unidade reunirá as brigadas Stryker da 7ª Divisão de Infantaria com recursos avançados de sensores, guerra eletrônica, operações cibernéticas e drones, buscando ampliar a capacidade de atuação em um possível conflito na região do Indo-Pacífico.
Segundo o major-general Bernard Harrington, a estratégia é utilizar grandes quantidades de drones conectados por sistemas de inteligência artificial para saturar as defesas inimigas. O conceito inclui aeronaves de reconhecimento, drones kamikaze de longo alcance e plataformas capazes de compartilhar dados em tempo real, reduzindo o tempo entre a identificação de um alvo e sua neutralização.
Outra prioridade do comando será o emprego de drones isca e sistemas de guerra eletrônica. Inspiradas em lições observadas na Ucrânia e no Oriente Médio, essas tecnologias têm como objetivo confundir sensores adversários, esgotar estoques de mísseis defensivos e abrir caminho para ataques mais eficazes. O Exército também pretende testar diferentes tipos de drones em ambientes variados, desde regiões árticas até áreas de selva e deserto.
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Embora autoridades americanas evitem apontar um adversário específico, a iniciativa surge em meio à preocupação com o avanço de países como a China no desenvolvimento e na produção em massa de drones. Para os comandantes do Exército, a nova estrutura representa uma tentativa de acelerar a modernização das forças terrestres e garantir que os Estados Unidos estejam preparados para futuros confrontos em uma das regiões mais estratégicas do mundo.
Fonte: The War Zone | Foto: US Army | Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial
