
A Marinha da Rússia voltou a chamar atenção após imagens mostrarem o navio de desembarque Aleksandr Shabalin navegando no Mar Báltico equipado com uma fina rede antidrones.
A embarcação escoltava o cargueiro Mikhail Britnev quando foi fotografada utilizando a proteção improvisada, que rapidamente gerou debates entre especialistas e observadores militares.
Canais militares russos no Telegram questionaram a eficácia da medida. Segundo analistas, a rede poderia oferecer alguma proteção contra drones FPV leves, mas teria pouca ou nenhuma capacidade de deter drones de ataque mais pesados, como o FP-2 ucraniano, modelo desenvolvido especificamente para missões ofensivas contra alvos de alto valor, incluindo embarcações militares.
O episódio também destacou desafios enfrentados pela Frota do Báltico. O Aleksandr Shabalin é um navio projetado para operações anfíbias e transporte de tropas, não para missões de escolta. Sua utilização nessa função reforça avaliações de que a Rússia tem recorrido a soluções improvisadas para proteger embarcações consideradas estratégicas em meio ao aumento da pressão sobre suas rotas marítimas.
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Nos últimos meses, estruturas semelhantes foram observadas em diversos navios e submarinos russos, refletindo a preocupação crescente com ataques de drones de longo alcance. Embora Moscou esteja desenvolvendo sistemas mais sofisticados de defesa, especialistas avaliam que as redes antidrones oferecem apenas uma proteção limitada e servem principalmente como uma resposta temporária diante da evolução das ameaças no campo naval.
Fonte: Defence Blog | Foto: X @MrFrantarelli | Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial
Project 775/II Ropucha II-Class landing ship "Aleksandr Shabalin" .
"Mikhail Britnev" cargo vessel.
🗺️Fehmarnbelt
📸: Frank Behling (June 19) pic.twitter.com/cHpcU0WIf6— Massimo Frantarelli (@MrFrantarelli) June 20, 2026
