
As tensões no Oriente Médio voltaram a crescer após a passagem de dezenas de navios chineses pelo Estreito de Hormuz, rota considerada estratégica para o comércio global de petróleo.
O episódio ocorre em meio a disputas diplomáticas envolvendo Irã, China, Estados Unidos e Arábia Saudita.
De acordo com o grupo de monitoramento IWN, o trânsito das embarcações chinesas foi autorizado por Teerã após negociações diplomáticas conduzidas pelo chanceler chinês. A aproximação entre os dois países tem se intensificado nos últimos anos, especialmente nas áreas econômica e energética.
Enquanto isso, o governo do presidente Donald Trump decidiu interromper a Operação Project Freedom, missão voltada para garantir a navegação na região. A medida teria sido tomada após desentendimentos com a Arábia Saudita, que restringiu o acesso de aeronaves militares americanas à Base Aérea Prince Sultan e ao espaço aéreo saudita.
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Paralelamente, no Golfo de Omã, forças dos EUA impediram que o petroleiro iraniano M/T Hasna rompesse o bloqueio naval. O navio teve o leme atingido por disparos de canhão de 20 mm, ficando sem capacidade de navegação e impossibilitado de continuar a viagem.
Fonte: Militarnyi | Foto: X @MarioNawfal | Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial
🇨🇳🚢 #Iran has allowed more Chinese ships to transit the Strait of Hormuz!
Since last night, a total of 30 vessels have transited.
This came after diplomatic follow‑ups by #China's FM and is based on the deep ties between the two countries and their strategic partnership.” pic.twitter.com/8oj3T0ULBy
— IWN (@A7_Mirza) May 14, 2026
