
A Tesla foi parcialmente responsabilizada em um processo envolvendo um acidente fatal causado pelo sistema de autopilotagem de seus carros.
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O processo, que correu na Flórida, abordou a responsabilidade da empresa no acidente de 2019 que causou a morte de Naibel Benavides Leon e deixou seu namorado, Dillon Angulo, gravemente ferido.
De acordo com os documentos obtidos pela revista People, na ocasião, o motorista George McGee estava pilotando um Tesla Model S em Key Largo, na Flórida, enquanto usava o sistema de autopilotagem do veículo.
Entretanto, quando ele chegou a uma intersecção, McGee se abaixou para pegar seu celular, que havia caído. Foi quando o carro atingiu em cheio o Chevrolet Tahoe em que Leon e Angulo estavam.
O processo alegou que o Tesla não conseguiu detectar o carro estacionado e que seu sistema de autopilotagem ainda estava em modo Beta, o que significa que não havia sido totalmente testado e não estava adequado para uso em estradas com tráfego cruzado ou cruzamentos.
Em sua defesa, a Tesla alegou que o seu sistema de autopilotagem não foi projetado para tornar o carro 100% autônomo e só deve ser usado sob supervisão constante de um motorista. Por isso, McGee deveria ser responsabilizado por ter desviado sua atenção da estrada.
Entretanto, os jurados consideraram que a Tesla também deveria ser responsabilizada, afirmando que a empresa teve 33% da culpa no acidente fatal. O restante foi direcionado a McGee, que, segundo a People, fez um acordo com a família de Leon por um valor não divulgado.
Foto e vídeo: Unsplash. Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial.
